Vou escrever de improviso
Pra dizer que o seu sorriso
É tudo o que eu mais preciso
Neste mar de imprecisão.
Vou contar que o seu abraço
Ameniza o meu cansaço
E não deixa muito espaço
Para a dor no coração.
Vou falar que o seu olhar
Serve para iluminar
O que possa assombrar
A minha motivação.
É você, meu namorado
Repentino e inesperado,
O grandioso culpado
Desta minha inspiração.
A você, é com carinho
Que dedico esses versinhos,
Pois cruzou o meu caminho
E me tirou da solidão.
Nota: Poema escrito “de improviso”, como o primeiro verso explica, para Gustavo Vieira, em 9 de setembro de 2007.
Que bonitinho Má!!!
O amor sempre inspira declarações de improviso…
beijoos
Comentário por Ju Mimura — julho 16, 2010 @ 10:58 am |
Sei que o texto é um pouco infantil, mas… o amor tem dessas coisas, né?
Comentário por Marcelly Ferrari — julho 16, 2010 @ 11:05 am |
Poema fofooooo!
Vontade de ter um namorado… ^^
Comentário por Ana Paulíssima — julho 17, 2010 @ 10:01 pm |
Comentário por Marcelly Ferrari — julho 19, 2010 @ 10:54 am |
Hum… não conhecia sua veia poética! Muito bom mesmo. Tava com saudade de suas palavras inevitáveis…
Pê.
Comentário por Pê Sousa — agosto 8, 2010 @ 3:13 pm |
É… Digamos que sou uma “mulher de fases”. Às vezes me entrego à prosa, às vezes prefiro a poesia
Comentário por Marcelly Ferrari — agosto 9, 2010 @ 10:07 am |
E em qual delas vc prefere “se deixar levar”?
Comentário por Pê Sousa — agosto 11, 2010 @ 11:42 pm |
Vou confessar que tenho maniar de rimar (essa foi sem querer, juro!)
Comentário por Marcelly Ferrari — agosto 12, 2010 @ 10:31 am |
KKKK! Mar, vc não existe…
Comentário por Pê Sousa — agosto 12, 2010 @ 8:27 pm |
Que lindo lindo!!
Comentário por Gabriela — setembro 8, 2011 @ 11:29 pm |
Obrigada, Gabriela
Comentário por Marcelly Ferrari — setembro 9, 2011 @ 10:24 am |